Fim do Saúde na Praça em Araraquara: Fim do projeto é perda histórica

O fim do Saúde na Praça em Araraquara, tradicional política pública de saúde preventiva com 25 anos de atuação, foi confirmado pela atual administração municipal. A decisão de extinguir o projeto representa uma perda significativa para a qualidade de vida da população.

O encerramento definitivo do programa na cidade vizinha de Araraquara ocorreu após a atual administração municipal revogar o edital que mantinha o projeto vinculado à Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Criado em 2001 pelo ex-prefeito Edinho Silva, o Saúde na Praça funcionava como uma das principais ferramentas de democratização do acesso à atividade física e ao cuidado com o bem-estar.

Ao final de 2024, o encerramento do ciclo deixou uma marca de grande impacto social: o programa mantinha 2.561 alunos ativos distribuídos de forma descentralizada por 89 espaços públicos do município.

O término do projeto gera um impacto direto e severo na rotina das pessoas atendidas, que perdem o acompanhamento gratuito de profissionais de educação física qualificados. A interrupção afeta diretamente a prevenção de doenças crônicas e o tratamento de milhares de cidadãos.

As perdas para a população de Araraquara incluem:

  • Prejuízo na saúde preventiva: Interrupção do controle de comorbidades graves, como obesidade, hipertensão e diabetes.
  • Redução da capacidade funcional: Prejuízo na mobilidade e aptidão física, afetando principalmente a população idosa.
  • Impacto na saúde mental: Fim das praças e centros esportivos como polos essenciais de convivência, lazer e socialização comunitária.
  • Desamparo em áreas vulneráveis: Cancelamento do atendimento físico que era realizado em asilos (Vila Vicentina, Lar São Francisco de Assis e Recanto Feliz), casas de acolhimento e nos assentamentos Bela Vista e Monte Alegre.

O término do projeto gera um impacto direto e severo na rotina das pessoas atendidas, que perdem o acompanhamento gratuito de profissionais de educação física qualificados. A interrupção afeta diretamente a prevenção de doenças crônicas e o tratamento de milhares de cidadãos.

As perdas para a população de Araraquara incluem:

  • Prejuízo na saúde preventiva: Interrupção do controle de comorbidades graves, como obesidade, hipertensão e diabetes.
  • Redução da capacidade funcional: Prejuízo na mobilidade e aptidão física, afetando principalmente a população idosa.
  • Impacto na saúde mental: Fim das praças e centros esportivos como polos essenciais de convivência, lazer e socialização comunitária.
  • Desamparo em áreas vulneráveis: Cancelamento do atendimento físico que era realizado em asilos (Vila Vicentina, Lar São Francisco de Assis e Recanto Feliz), casas de acolhimento e nos assentamentos Bela Vista e Monte Alegre.

Com a decisão, a prefeitura deixa de oferecer gratuitamente as seguintes modalidades supervisionadas que ocupavam os bairros:

  • Ginástica geral, ginástica laboral e ginástica artística para a terceira idade.
  • Aulas de ritmos, dança de salão, natação e hidroginástica no Complexo Aquático da Fonte Luminosa.
  • Práticas integrativas como Tai Chi Chuan, Yoga e Lian Gong.

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